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Lucia Vulcano dá continuidade à sua carreira solo com o single ANIMAL

17 de set.
2 min de leitura

A musicista e compositora mineira Lucia Vulcano lança ANIMAL, seu primeiro single desde o lançamento do seu álbum de estreia, vim, vi e me fudi, de 2024. Mantendo o mesmo humor ácido e a sonoridade marcante que se destaca em seu trabalho, o novo single aborda o desejo de se distanciar da vida social e de suas obrigações. “A letra diz sobre a vontade de largar a civilidade e retornar ao primitivo, onde as coisas são mais fáceis e divertidas - e não existe trabalho, exploração e etc”, defende a artista. O single antecipa o próximo álbum da artista, chamado chucra e sensível. Ouça ANIMAL aqui.



Trazendo influências consolidadas do grunge, do punk e do metal, como Soundgarden, Black Sabbath, Alice in Chains, Hole e L7, misturados à referências mais contemporâneas, de artistas como Trash No Star, Gritando HC, The Mönic, Roberta de Razão, MC Taya e Eskrota, Lucia guia seu trabalho de forma que o peso e a ironia se apresentam de maneira estruturada musicalmente, contendo ainda partes melódicas bem definidas. "Acho que meu trabalho tem muita honestidade, crueza e sensibilidade também", defende ela. "Na parte musical, tem muita coisa interessante pois gosto muito de tempos quebrados, tem muitos compassos ímpares e mudanças de compasso durante as músicas. Gosto de pensar que é uma mistura de grunge e punk pois, às vezes, musicalmente, é muito grunge, mas com letras voltadas para o punk - e ainda tem músicas quem tem a simplicidade do punk, com poucos acordes."



A carreira discográfica de Lucia se inicia junto da banda pata, na qual atuava como guitarrista e vocalista, lançando em 2019 o álbum Shit & Blood. Seu trabalho de estreia em carreira solo, lançado pelo selo Geração Perdida em 2024, trouxe faixas que se descataram no cenário, como ninguém manda em mim, C.A.N.S.A.D.A e sagrado maldito. Em ANIMAL, Lucia mantém a sua sonoridade característica, assim como o sarcasmo de suas letras repletas de percepções e insatisfações pessoais. "É uma continuação do meu estilo de ter riffs bem definidos e partes melódicas para contrastar, com bastante guitarra, barulhos, baixo melódico e uma bateria com quase um riff também”, conclui ela.



 
 
 

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