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Eylsia revisita “Always Gonna Love You” em nova versão com Peppy Castro

1 de out.
2 min de leitura

Em uma fase marcada por recomeços, Eylsia revisita “Always Gonna Love You”, uma de suas composições de maior alcance, em uma nova versão que ganha a participação de Peppy Castro. A cantora, que enfrentou limitações vocais e precisou recorrer a diferentes recursos tecnológicos para continuar desenvolvendo seu trabalho na música, encontra na releitura uma oportunidade de apresentar a faixa sob uma nova perspectiva. A colaboração aproxima a produção orquestral da composição de uma abordagem mais crua, ligada à energia das garage bands.


A escolha de Peppy Castro também carrega um significado especial. Amigo de longa data de Eylsia, o músico possui uma trajetória que atravessa diferentes períodos da música norte-americana, desde sua atuação com o Blues Magoos até sua participação em Hair, na Broadway. Como compositor, Castro também teve trabalhos gravados por nomes como Diana Ross, Kiss e Cher. Sua presença em “Always Gonna Love You” estabelece uma conexão entre diferentes gerações e experiências musicais, trazendo para a faixa uma bagagem construída ao longo de décadas.


O encontro entre os dois artistas é um dos principais elementos da nova versão. Se a gravação original aposta em uma construção mais grandiosa e orquestral, Castro acrescenta uma energia mais direta, criando um contraste entre o refinamento da produção e a espontaneidade característica do rock de garagem. A faixa, assim, não surge apenas como uma atualização de uma música já conhecida, mas como uma releitura que explora outras possibilidades dentro da mesma composição.


Para Eylsia, “Always Gonna Love You” também representa mais do que uma nova gravação. A faixa passa a integrar uma fase em que tecnologia, memória e colaboração se tornam ferramentas para manter sua produção artística em movimento diante das mudanças em sua capacidade vocal. Ao dividir novamente a música com um parceiro de longa trajetória, a cantora transforma a releitura em um encontro entre passado e presente, preservando a essência da composição enquanto abre espaço para uma interpretação renovada.



 
 
 

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